domingo, 2 de fevereiro de 2014

"- Enquanto for sentimental, jamais se libertará!"

E lá se foi mais um final de semana, alias, junto com o mês de janeiro. Muitos reclamaram dizendo que demorou a passar, sinceramente, na minha opinião as horas e os dias estão indo tão depressa, que se não nos atentarmos deixaremos de viver coisas boas, momentos marcantes. Sábado foi aniversário de minha irmã, 27 anos, como de costume não teve comemoração, apenas uns salgados e bolo, ou seja, não era uma festa. Fiquei aqui com o pessoal (somente família até umas 20:00 da noite), como já tinha marcado com uma amiga, ir em sua festinha no mesmo dia, me despedi e segui rumo a estação de trem.
Minha irmã entendeu, até falou para pegar um doces (eu fiz isso rsrs), não demorei a chegar na estação Ana Rosa, estava previsto início para 20:30, cheguei 15 minutos depois. Lá já estavam alguns convidados e a queridona toda loira, elegante, radiante ao me ver ficou mega feliz. Na verdade me aguardava para falar de uma relação que não dá certo de jeito algum, desde quando a conheço, mas, como diz meu professor: "- Enquanto for sentimental, jamais se libertará, quando passar para o racional, livre estará", é triste porque as pessoas sofrem com isso, só que nada podemos fazer, criticar e ofender, não ajuda vai por mim. Apenas console e tente compreender, se não aguentar, deixe o assunto de lado. Foi o que fiz, quando ela ia começar a chorar, com a minha alegria soltei uma piada (da qual não me lembro agora) e gargalhadas ouvi de sua boca.
O gostoso dessa reunião foi o tratamento que recebi, seus pais e amigos queriam tanto me conhecer. Todos muito receptivos e claro, reencontrei minha amiga do tecnólogo, foi através dela que conheci a aniversariante do dia 02/02/2014. Rimos, brincamos, tiramos fotos (pena ainda ninguém ter postado no Face, mas, logo lá estará), fofocamos. Pensei em uma noite deliciosa e bem aproveitada. Cheguei as 01:30 da manhã em casa, tomei algumas, dormi alegre confesso. Domingo foi um dia tranquilo, que descansei e me despedi de uma amiga de adolescência. Havia mais de 1 mês que já estava aqui, precisava retornar ao interior, contra sua vontade, sofre também do causo de gostar e ficar cega, não enxergar a perda de tempo. Espero que logo se liberte, em suas palavras, senti já seu cansaço. Bom quando acontecer ou até mesmo se não acontecer, sempre estarei ao seu lado, foi o que eu disse e a minha palavra manterei, é ruim não poder ajudar, não da forma que eu queria.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Parabéns Mateus Solano e Thiago Fragoso #AmoraVida

Hoje quero falar, me expressar e dizer o quanto estou alegre. 1° consegui resolver uma pendência no serviço, com a minha sensibilidade de Analista de Recrutamento e Seleção, colocarei um ponto final em uma contratação. Visitando o local descobri suas problemáticas e agora, acredito eu, que a vaga em aberta terá um futuro trabalhador. É como eu digo, apenas quando vemos e sentimos as dificuldades, conseguimos resultados positivos. 
Outro fator foi a aula de sexta, junto a professora e psicologa, descobri que o meu caminhar não está incorreto e algumas atitudes que tenho, poderá futuramente ajudar as pessoas, principalmente, aqueles que me rodeiam. Irei prosseguir nessa trilha, com mais cautela, pois, agora entendo e vejo o sentido da frase: "- Você é responsável por tudo que cativas!", realmente, somos mentores daqueles que nos seguem, as vezes, um ícone de inspiração onde procuraram se espelhar.
Esse é o melhor de todos, dia 31/01/2014 entrou para a história do Brasil, na verdade, do mundo bem dizendo. Foi ao ar o último capítulo de Amor a Vida, uma teledramaturgia seguida por milhares de pessoas. O caso não é apenas este final, e sim, o grande e tão esperado beijo gay, o primeiro de todas as novelas já exibidas no horário nobre. A sensação de felicidade que estou sentindo é imensa, ver que o pré-conceito não está mais tomando espaço, que a igualdade e o orgulho de sermos o que somos é mais forte e límpido. Parece bobagem, mas, para aqueles que já vivenciaram e sentiram na pele a rejeição e o preconceito, sabem do que estou falando. Parabéns aos atores Mateus Solano e Thiago Fragoso (meu xará rsrs) pela cena inesquecível e linda de se ver e rever... Parabéns Globo até que enfim tomaste coragem!

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Aqueles corredores...

Estou encantado pela universidade, sério! Um espaço como esse e com o preço que consegui, em lugar algum, irei encontrar novamente. Ontem com a falta da professora, o coordenador nos levou para dar uma volta pelos arredores e conhecer mais do lugar onde escolhemos para estudar e passar longos anos de nossas vidas. Essa semana já sabia que matéria não teríamos, mas, prometi não perder uma aula que fosse e esse exercício, ajudou ainda mais a estreitamos a nossa convivência. Percebo que cada qual, tem a sua história e seu jeito de ser, alguns muitos parecidos, outros, será necessário usar da paciência, só que isso tiro de letra, até porque não entrei para guerrear e sim absorver aprendizado. Observei que meu eu tem despertado a atenção, interesse e curiosidade... Ótimo, pois, assim continuo receptivo e bem tratado.
Não sei ainda bem explicar, mas, aqueles corredores guardam alguns segredos, sabe o sentimento de que algo aconteceu, sendo bom ou ruim, essa sensação é tão forte. O psicologo Valdemar Augusto Angerami descreveu em um texto crítico, fruto de uma pesquisa, os corredores como sombrios, frios e sem vida. Eu ainda os vejo apenas como um espaço longo e muitas vezes intermináveis. Com o decorrer dos dias irei descobrir, ou talvez, entender que é apenas uma cisma minha, uma simples bobagem. Hoje não houve aula, na verdade, faltamos todos, por problemas pessoais a mesma professora não iria e decidimos também não aparecer. Olha vou confessar, a volta para casa nunca foi tão desejada, a pressa tomou conta de mim e das conduções que enfrento, por um momento pensei estarmos na mesma sintonia, bati meu recorde chegando em Pirituba as 18:05, será um tempo memorável, quem sabe substituído... Quem sabe! 

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Afinidade e Sintonia

"- Aí Thiago, to vendo que irei dar muita risada com você!" Me senti contente por ouvir isso, uma nova aliança pode ser formada. Sem segundas intenções, o rapaz que no 1° dia de aula parecia ser sério e fechado, se expôs e revelou-se um homem educado, prestativo e direto. Gostaria de te-lo como amigo sim, é tão raro confiarmos em alguém hoje em dia, confesso que gays são poucos o que confesso ou compartilho algo da minha vida, só que irei esperar, não apressarei nada, se tiver que ser uma linda cumplicidade irá nascer.
Conversamos sobre algumas coisas, na verdade, falo com todos já. Poucos alunos ainda em sala, a universidade receberá matrículas até 20/02/2014. Serei receptivo como sempre fui, deixarei aqueles que sentem vontade em me conhecer se aproximar, claro, com cuidado. Mas é estranho, digo que mesmo usando a cautela, tem pessoas que parecem nos conhecer a tantos anos. É como se voltássemos para resgatar algo, viver momentos interrompidos, ou, seja mesmo a questão da afinidade e sintonia. Explicar agora, não o farei... Melhor que isso, irei viver e ver o que com cada um posso aprender e ensinar.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

1° dia de aula

Ontem dia 27/01/2014 ás 19:00 deu início a minha trajetória no curso de Psicologia. Dizer que não senti um frio na barriga e uma ansiedade assim que cheguei na porta da Universidade, seria uma grande mentira contada para vocês. O 1° dia de aula é sempre muito assustador para muitos, não foi o meu caso, porque expectativas não crio mais, espero sim tudo de bom e do melhor deste curso, foi uma escolha pensada e refletida, sem sombras de dúvidas alguma.
Ao descer a rampa que dá acesso ao campus e avistar alguns alunos, me senti relaxado e seguro. Em uma lista logo na entrada, estavam as salas e os professores de cada curso. Ao ler onde ficaria, segui adiante por um corredor, perdido perguntei onde estava o elevador. Com um sorriso e todo prestativo um rapaz apontou com o dedo e até ele fui, pedi para descer no 7° andar. Ao me deparar com a sala, digo que fiquei surpreso e contente com a organização e estrutura do espaço, as carteiras todas limpas e novas, uma sala arejada e ventilada.
Logo em seguida chega uma moça, meio tímida e receosa. Me cumprimentou com um boa noite e quando nos demos conta, juntos compartilhamos o dia-a-dia e informações. Rimos um pouco, até parecia que a há conhecia algum tempo. Aos poucos foram chegando mais algumas alunas, todas simpáticas e educadas, batemos um papo rápido que foi cortado por um professor. O mesmo saudou-nos e explicou sobre a grade curricular (as matérias), falou também sobre os estágios e a clínica. Terminando, seguimos até o 1° andar no auditório, os coordenadores e reitores da instituição falaram rapidamente e dispensados fomos (após uma votação entre todos ao alunos). A volta para casa foi mais que tranquila, não sei explicar, a felicidade que sentia me fazia caminhar em nuvens, nem cansaço eu sentia, sei que todos os dias não será assim, por isso, abusei desta sensação inexplicável. 

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Logo mais...

Mais um churras nos uniu na sexta-feira dia 24/01/2014. Estava com saudades da galera, alguns ali eu vejo esporadicamente, outros, apenas com uma bagunça dessas. A vida toma rumos diferentes, cada pessoa segue por um caminho, o importante é que a cada reencontro, o sentimento de carinho se mantenha limpo e verdadeiro. Tudo estava e foi perfeito, Osasco quem o diga, toda vez que nos encontramos a farra e descontração será tema e lema.
Fofocas e risadas, um bate papo íntimo gostoso, lembranças engraçadas da época que trabalhamos juntos, tudo isso foi misturado em uma noite alegre. Sem hora para terminar ali ficamos madrugada a dentro, acredito que acabou por volta das 03:40, bom, esse foi o horário que me deitei. O assunto do café da manhã não poderia ser novo, os comentários ficaram pelos flashes recentes da noite que se passou, parecia até distante as lembranças, de muito tempo atrás, acredito que seja pela vontade que sentimos de estarmos juntos novamente. Na mesa ouvi-se um logo mais...

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

" - Você está tirando a minha concentração."

" - Você está tirando a minha concentração, não estou conseguindo me controlar, tenho que voltar para casa, mas, te desejo e te quero..." " - Então para de olhar apenas, me senti, me toca, não perca tempo, vamos aproveitar essa tempestade e fazer aqui no carro o que ambos desejamos." Dia 22/01/2014 uma quarta-feira, ficou marcada por esse encontro espontâneo e pelas vontades incontroláveis de 2 homens decididos. Chamarei ele de o "Chefe de Logística", me conheceu no site na segunda, trocamos contatos e um encontro foi agendado as 17:40, na estação Ceasa (linha esmeralda do trem).
Ao chegar avistei um homem com aparência e idade de 35 anos, de óculos escuros em um carro prata, me aguardava ansioso, tanto que ao me ver sorriu, com um alívio pela minha chegada. Conversamos um pouco e descobrimos que moramos na mesma região (zona Oeste), o que me deixou muito feliz. O fato de estar próximo de casa facilitará nossos encontros. Sim, ele também é casado, ficou com receio pela condição, mas, o relaxei dizendo que eu e nem ninguém teria que julga-lo ou critica-lo, deixei ciente das minhas intenções, jamais irei prejudica-lo ou entrega-lo a alguém. Aproveitei também para fazer minha exigências, respeito, carinho e uma dose de safadeza tem que estar inclusa quando juntos estivermos.
Sua alegria demonstrava o quanto superei a expectativa. Me falou que sou muito maduro para a minha idade e comentou como é difícil achar um rapaz assim. Mudou seu trajeto e me perguntou onde morava, queria me deixar o mais próximo de casa possível. No meio do caminho sua mulher ligou, o silêncio se fez no carro e a o papo foi cortado. Combinaram de ir ao mercado, foi o que escutei, pensei que terminaria ali o encontro e numa outra ocasião me entregaria a ele. Ainda bem que foi apenas um pensamento. A chuva nos ajudou e ele logo estacionou próximo a Avenida Ermano Marchetti. Com aquela tempestade toda, ninguém na rua avistamos e o tesão aumentou, já estava sem minhas roupas.
Vidros embaçados, toques quentes, suores e respirações ofegantes, sinceramente, não sei como e nem se existe tal posição no banco da frente, ali o senti todo, por completo. Foi a rapidinha mais gostosa e insana que já fiz em minha vida. Expiração aguçada, olhar de satisfação, assuntos para descontrair e aquetar toda aquela empolgação, hora de voltar para casa. Nos despedimos e um pedido ele fez " - Quero você novamente, mas, em 4 paredes agora." Um sim com a cabeça e um sorriso safado foi a resposta que lhe dei.