sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Adeus Meu Amigo Querido!

A tempo não venho aqui contar algo a vocês, a correria do dia a dia está me consumindo e a rotina do nada acontece se estendido. Bom isso até ontem, quando recebi a notícia do falecimento do meu cãozinho (Nick). Sim infelizmente ele partiu, na hora não conseguimos calar o choro e a saudade que futuramente iremos sentir, mas, o que me conforta é saber que não houve sofrimento ou dor, diz o veterinário que ele se foi ao dormir.
Aceitar a perda é difícil, acredito que nos seres humanos jamais estaremos preparados para uma situação semelhante, seja de uma animal de estimação a um ente amado. Alguns dizem que somos egoístas, talvez? Eu discordo, porque, essa sensação do "nunca mais irei lhe ver" causa um impacto tão grande, que nos impulsiona, nos deixando a flor da pele. Meu neguinho irá fazer muita falta, num todo desde seus latidos e bravura até os seus momentos doceis e afetivos. Bom irei deixa-lo agora descansar em paz e guardarei comigo as melhores recordações, mal soube o quanto foi importante em minha vida e como ainda é, adeus meu amigo querido!

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Nada lhe dará mais prazer...

Hoje tirei a noite para descansar, estou com sono e exausto. Um dia estressante como esse, não há nada melhor do que o calor do nosso lar. Resolvi não ir a universidade, a professora disse ontem, que apenas passaria um texto, sem muita importância e, nos levaria até o auditório... Agora pense? Mais de 50 alunos, pois, misturaria a turma de Psicologia (somos em apenas em 16) e o curso de Tributo Fiscal (perdi as contas de quanto são). 
Matéria? Que nada, nessa confusão toda, muitos virão embora, ou não, mas quer realmente saber... To nem aí, não sinto uma gota de arrependimento e se caso a aula for de tamanha importância, basta correr atrás, atitude e força de vontade, não me faltam. E digo a vocês, quando assim se sentirem e puderem, façam o mesmo, nada lhe dará mais prazer do que essa sensação. Repousar é necessário, faz bem para o corpo, alma e o coração.

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Bollywoodiano

" - Seu toque é quente e suave, uma pegada diferente que está sintonizada ao meu corpo, foi tesão a 1° vista!" Realmente a afinidade que tivemos foi muito grande, ainda mais, se tratando de um 1° encontro. Senti no seu falar pelo celular, o interesse em me conhecer e saber sobre a minha pessoa. Perguntas, palavras descontraídas e risadas, fizeram com que um convite inesperado surgisse. Mesmo com toda a chuva que caiu ontem (14/02/2014) em Sampa, não foi o suficiente para desanimar ambos.
O dia foi corrido, vagas a serem preenchidas, discussões sem fundamentos, é como eu disse lidar com um alguém bipolar não é fácil, por isso, meu desprezo continuará. As 17:00 me veio um alívio, estava já me despedindo para sair do inferno que aquele local representava, rumo a universidade comentei com 2 colegas de serviço sobre os ocorridos, mas, não tornei como foco este assunto, chega de estresses né. Já na faculdade, meu corpo demonstrava um cansaço e alegria, sexta-feira enfim chegou, pensava na minha cama e como descansaria, se, aquele homem cujo a atitude me despertou atenção. 
Ficou em aberto um suposto encontro, dei minhas condições para que acontecesse, como estava caindo muita água e não conseguiria retornar para casa, por falta de condução, dei a sugestão e opção caso tivesse carro, que me levasse para casa, aí sim, desceria na estação Santana. Sinceramente, não esperava um sim, deveria estar exausto também, mas, a sua vontade em me ver pessoalmente era maior. A professora liberou alguns minutos mais cedo do que o habitual, a chuva estava apertada já.
Mal acreditava que iria quebrar a rotina mais uma vez, lá estava eu na estação combinada, ao seu aguardo, quando um Fiesta de 4 portas estacionou e um homem com barba por fazer, cabelos lisos e com alguns fios brancos acenou. Entrei e o cumprimentei, nossa como falava, parecia nervoso e ao mesmo tempo curioso, pois, não conseguirá ainda olhar nos meus olhos. Estacionou e intacto ficou, visualizando e elogiando, logo se aproximou e um beijo suave aconteceu. Uma pegada intensa e incontrolável tomou conta de nós, sua pele, seus suspiros, seu suor e calor, era verdadeiros e diferenciado. Não chegamos a transar, apenas, as mãos e a boca usamos muito, gozamos sim pela adrenalina do momento, algumas peças de roupas tiramos, só que o fato em si, ainda não foi consumado. Carinhoso e bem intencionado, me quer novamente, ir além deste instante que não nos permitimos, ele chamarei de o "Bollywoodiano" pela comparação feita de si própria com os indianos.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

#Psicoloucos em: "A Terapia da Cevada"

Senti muita saudades de vir aqui compartilhar meu dia a dia, mas, o cansaço e a rotina não iria me permitir escrever algo de novo. Tem sido da casa para o trabalho, do trabalho para universidade e da universidade para a casa. Chato né? Até hoje, quando pela falta de uma professora, quebramos a rotina e mesmo com toda essa chuva, lá estávamos, os Psicoloucos (foto acima de uma parte da turma rsrs). Esse será nosso codinome, na verdade de uma parte do grupo.
Ao sermos dispensados as 19:40, há tempos queríamos beber e trocar ideias, longe da sala de aula claro. Aproveitamos a tempestade que pegou São Paulo de surpresa (deixando avenidas e até estações de trem alagadas) e seguimos caminho. Um chuvisco fraco e insistente quase nos impediu de chegar até o boteco (irei pegar o nome e falo para vocês no próximo post). Só risadas, nunca pensei ter tanta sintonia com pessoas que conheço a tão pouco tempo. Uma nova aliança está se formando e a sintonia se estreitando, acredito saber quem levarei dali, serão poucos, minoria eu diria, os que chamarei de amigos.
Fofocas, gargalhadas, cervejas e porções completaram o cardápio desta noite. Cheguei até a dizer que a discussão se baseava na "Terapia da Cevada" (rsrsrs). Conclusão: nada disso, teremos outro e melhores encontros, demos apenas largada, o começo de uma relação. O fim? Espero que não tenha, nem pensamos nele, ali nos completamos e as afinidades se agruparam, confesso, senti falta de algumas pessoas, aquelas da qual faço questão que no próximo estejam presentes!

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Como se quisesse me decifrar...

" - Você é safado demais!", realmente sou mesmo confesso, assumo e assino em baixo (rsrs). Essa foi a frase que mais ouvi ontem durante a pernoite. Ouve o encontro, mas, quase voltamos para casa, por uma informação erronia de uma das funcionárias do Motel Magnata ( localizado na Vila Mariana, Rua: Ricardo Jafet 2526, não recomendo, pela mentira dita, segue foto ao lado esquerdo). Um dia antes, entrei em contato para tirar dúvidas, não lembro o nome agora da atendente, a mesma me confirmou, que a pernoite se inicia as 22:00 e vai até as 13:00, café da manhã incluso. A realidade ao chegar no local foi completamente diferente.
A recepcionista aceitou o cupom de desconto, quando nos devolveu, falou apenas num período de 3 horas, questionamos, ela avisou que apenas a 01 da manhã é que o local iniciaria a pernoite. Vontade de bater boca e chamar o gerente não faltou, infelizmente, não o fiz porque pensei que poderia brochar o rapaz (post anteriores comento sobre ele, é o mesmo que conseguiu me conquistar, irei chama-lo de o "Técnico de T.I"). Virou a moto e bravejou dizendo: " - Por isso prefiro ir onde já conheço", eu também irritado respondi: " - E porque você não foi? Perguntei sua sugestão e nada me disse, eu não tenho culpa o que poderia fazer?", num tão mais calmo depois de me ouvir com a voz alterada, ele retrucou: " - Porque queria lhe agradar!". Foi fofo confesso, mas, naquele momento as suas palavras não me acalmaram e para não prolongar a discussão me calei.
Com seu GPS, jogou o endereço de um hotel na região da Barra Funda (Memorial Hotel, pernoite se inicia a partir das 18hs, é um lugar simples, porém, aconchegante, vale a pena conferir, foto do local ao lado direito) é pra lá seguimos. Demorou no máximo 20 minutos, ao perceber o meu silêncio, tentou puxar assunto, só que o barulho do vento e dos carros ao redor impediram um diálogo mais profundo. Chegamos, peguei as minhas coisas e para o quarto subi. Técnico de T.I subiu logo em seguida, o stress havia passado, prova disso, foi o abraço que ele me deu e o beijo demorado e ardente que trocamos ao fechar a porta.
Após 2 anos, lá estávamos, trocando carícias. Seu olhar é fixo e penetrante, como se quisesse me decifrar ou tentar descobrir o que sinto e penso. A todo momento me perguntava: " - O que foi, o que pensas?", não o respondia, apenas sorria. Na verdade, minha mente ficou limpa, nada nela passava. Sua pegada melhorou, atribui a de um homem maduro, experiente, firme e decidido. Seu abraço é caloroso, confortante e senti-lo é prazeroso, excitante. A sintonia que ali se estabeleceu, foi diferente, da 1° vez que passamos a noite juntos. Não mudamos, comentamos, que ambos melhoramos em vários aspectos, os citados foram a cama e como pessoa. Confesso, a noite foi maravilhosa e ficou de ser repetida, sem cobranças seguiremos cada um o seu caminho, até onde isso nos levará, não sabemos e nem nos preocupamos, apenas, prometemos viver a cada instante e nos respeitar, sempre que possível, ficaremos juntos, não apenas para sexo, conversar, sair para beber, enfim, será uma amizade íntima!

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

" - Recordar é Viver"

Um dia sem novidades, nada de diferente aconteceu. Além da rotina que vivo (trabalho, escola, casa), mas, nesta Sexta-Feira dia 07/02/2014, irei realizar um "Remember" com uma pessoa especial. Um rapaz cheio de desejo e vontade, tanto, que resolvi resgatar com ele algo que já vivemos há 2 anos atrás. Está na minha bota uma cota já, eu tentei me esquivar, quase consegui. Só que algo, talvez, meu subconsciente se questionava: " - Porque não?"
Nem sei quantas vezes me procurou, demonstrando seu interesse e atitude, até no portão de casa já esteve, para conversarmos e também me ver. Citei ele em um post antigo aqui, onde, lhe aconselhei a me conquistar, acredito que o fez. Sua insistência, atenção, carinho e um toque de safadeza, acabaram influenciando minha decisão. A frase: " - Recordar é viver", terá um sentido hoje a noite, o caminho ou acontecimento depois desse encontro, pode se tornar mais positivo em minha vida!

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Timidez ou Vergonha de assumir o que É!

Dia 04/02/2014 uma terça-feira calma e comum. Sem novidades alguma ou algo que mudasse o meu roteiro. Trabalho, universidade e depois cama. A única coisa que percebi é como as alianças alteram e você vai se aproximam de outras pessoas, acredito estar relacionado a afinidade e sintonia de uma conversa, por conta disso o grupo ao seu redor vai se modificando, o papo é até mais gostoso e prazeroso. Mas ainda é cedo para dizer ou julgar algo ou alguém.
Hoje o único fato, por enquanto, foi a aproximação de um jovem rapaz, bonitinho, aparentava ter a minha idade, olhos negros, cabelos pretos, estatura mediana e barba por fazer, o meu tipo diria. Esperto aproveitou a muvuca do trem, para tentar se roçar. Percebi seu olhar, ligeiro conseguiu alcançar, seu jeans era de um tecido leve, ou seja, senti todo seu material (bem servido). Ele chegou a ser até indiscreto, o transporte já vazio, e o mesmo continuava a se esfregar. Abri o celular e passei meu número a ele, com cautela, como se fosse digitar um contato qualquer. 
Anotou e logo guardou seu Smartphone, descemos na mesma estação (Berrini), fiz sinal para que me esperasse, diminuindo seus passos me aproximei e sutilmente perguntei: " - Consegui guardar o número? Qual seu nome?"... Timidez ou vergonha de assumir o que é, talvez seja, apenas com um sim feito pela cabeça me respondeu e disse em tom bem baixo: " - Depois eu digo a você.", olhando para os lado, aparentou estar com medo de ser notado. Retribui com um: " - O.K" e segui com passos largos, sem olhar para trás. 

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

O trem lotava e me via mais perto daquele sujeito

" - Sinto muito, mas, eu não posso atende-lo!" a resposta foi imediata, nem pensei muito para responder: " - Eu tenho quem me atende, não preciso de você!", um beijo no ombro (típico de um gay, um gesto familiar entre nos) e um sorriso meio sem graça encerrou ali aquele papo que, sinceramente, não sei como surgiu, o bacana é que nada se estremeceu e nem se falou mais nisso em aula. Atenção era toda voltada para as explicações da professora, que graças a Deus, não liberou 20 minutos mais cedo do horário habitual, que é as 22:30.
Esse não foi o marco de hoje, na verdade, não mesmo. O que ocorreu no trem, foi, diga se de passagem bem mais interessante. Um homem todo de social, menor que eu, com cabelos grisalhos (aparentava ter uns 40 anos), mãos grandes e fortes entrou na Vila Olímpia, sentido Osasco, estava de ida para universidade, devia ser umas 17:25. Estranhei seu olhar, ficou me encarando, parecia até nervoso, sem saber explicar, continuei na minha. Estava segurando meu material e a mochila, voltada para frente, assim não atrapalha ninguém. Percebi sua aproximação, não compreendi, principalmente, quando me deparava com a sua visão em minha mãos.
Cada estação que passava, o trem lotava e me via mais perto daquele sujeito. Não era feio, interessante, mas, confuso e meio tremulo. Foi aí que senti suas, seu cinto roçar os meus dedos. Nem é preciso decifrar, ele queria que eu o pegasse, pois, era o que desejou, foi o que teve. Atolei minha mão esquerda, sem apertar e sim massageando seu membro. Era notável sua expressão de prazer e um suspiro de leve escutei. Alguns carinhos apenas fiz, quando me dei por mim, tinha que descer e me despedir com um sorriso, ele me seguiu, mas, não teve coragem de descer. Me avistou subindo as escadas e com um piscar ele agradeceu, antes da porta se fechar!

domingo, 2 de fevereiro de 2014

"- Enquanto for sentimental, jamais se libertará!"

E lá se foi mais um final de semana, alias, junto com o mês de janeiro. Muitos reclamaram dizendo que demorou a passar, sinceramente, na minha opinião as horas e os dias estão indo tão depressa, que se não nos atentarmos deixaremos de viver coisas boas, momentos marcantes. Sábado foi aniversário de minha irmã, 27 anos, como de costume não teve comemoração, apenas uns salgados e bolo, ou seja, não era uma festa. Fiquei aqui com o pessoal (somente família até umas 20:00 da noite), como já tinha marcado com uma amiga, ir em sua festinha no mesmo dia, me despedi e segui rumo a estação de trem.
Minha irmã entendeu, até falou para pegar um doces (eu fiz isso rsrs), não demorei a chegar na estação Ana Rosa, estava previsto início para 20:30, cheguei 15 minutos depois. Lá já estavam alguns convidados e a queridona toda loira, elegante, radiante ao me ver ficou mega feliz. Na verdade me aguardava para falar de uma relação que não dá certo de jeito algum, desde quando a conheço, mas, como diz meu professor: "- Enquanto for sentimental, jamais se libertará, quando passar para o racional, livre estará", é triste porque as pessoas sofrem com isso, só que nada podemos fazer, criticar e ofender, não ajuda vai por mim. Apenas console e tente compreender, se não aguentar, deixe o assunto de lado. Foi o que fiz, quando ela ia começar a chorar, com a minha alegria soltei uma piada (da qual não me lembro agora) e gargalhadas ouvi de sua boca.
O gostoso dessa reunião foi o tratamento que recebi, seus pais e amigos queriam tanto me conhecer. Todos muito receptivos e claro, reencontrei minha amiga do tecnólogo, foi através dela que conheci a aniversariante do dia 02/02/2014. Rimos, brincamos, tiramos fotos (pena ainda ninguém ter postado no Face, mas, logo lá estará), fofocamos. Pensei em uma noite deliciosa e bem aproveitada. Cheguei as 01:30 da manhã em casa, tomei algumas, dormi alegre confesso. Domingo foi um dia tranquilo, que descansei e me despedi de uma amiga de adolescência. Havia mais de 1 mês que já estava aqui, precisava retornar ao interior, contra sua vontade, sofre também do causo de gostar e ficar cega, não enxergar a perda de tempo. Espero que logo se liberte, em suas palavras, senti já seu cansaço. Bom quando acontecer ou até mesmo se não acontecer, sempre estarei ao seu lado, foi o que eu disse e a minha palavra manterei, é ruim não poder ajudar, não da forma que eu queria.